Geração Z: quem são os consumidores do futuro?
Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing
14/09/2010
Muito já se falou sobre a geração Y. Agora chegou a vez da Z. Formado por crianças e adolescentes – futuros consumidores – esse grupo já desenha algumas tendências que devem despertar a atenção do mercado. Mantendo algumas características dos jovens da Y, a Z aparece cada vez mais preocupada com a sustentabilidade e disposta a não pagar por produtos e serviços que podem ser encontrados gratuitamente na internet.
O conceito de gerações, antes muito utilizado pela área de recursos humanos, ganha importância também no mercado. Mesmo não sendo possível rotular pessoas apenas de acordo com a sua faixa etária, a definição pode facilitar o conhecimento e o desenvolvimento da estratégia das empresas. Semelhantes à Y, a Geração Z também é inquieta, menos fiel às marcas e acostumada a fazer tarefas múltiplas. A diferença, no entanto, é que a nova geração tem todas as características de forma mais acentuada, pois se desenvolveu junto com os avanços tecnológicos mais recentes.
“A geração Z já nasceu com o joystick, o controle remoto e o celular no berço, enquanto a Y viu isso acontecer. Se a Y quer as coisas rápidas, a Z muito mais, ela não sabe o que é o mundo sem tecnologia”, aponta Paulo Carramenha, Diretor Presidente da GFK CR Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing
Consumidor menos previsível
Em relação à idade, a geração Y é formada por jovens de 20 a 30 anos e a Z por crianças e adolescentes de até 17 anos, enquanto a X é composta por adultos de 30 a 45 anos. Em sua maioria, a X nasceu após acontecimentos como a chegada do homem à lua e viu surgir o videocassete e o computador pessoal, mas passou por um momento de instabilidade financeira, o que não aconteceu com os jovens da Y, muito mais inseridos no mercado de consumo.
A Y, além de ter se desenvolvido numa época de prosperidade econômica, também testemunhou grandes avanços tecnológicos, como a internet, o que fez com que crescessem estimulados por atividades e realizando tarefas múltiplas. As características, entretanto, não são suficientes para definir um grupo de pessoas, que sofrem diversas influências sociais, culturais e econômicas que acabam por refletir no comportamento.
“Cada vez mais fica claro que o consumidor é menos previsível do que era no passado. Estamos tentando entender o tempo todo o que mudou. Antes de serem de gerações diferentes, esses consumidores são também pessoas, com necessidades, expectativas e valores que vão além da idade ou do ano de nascimento”, diz Carramenha.
Jovens não querem pagar por conteúdo
Cabe ao Marketing, então, selecionar segmentos de pessoas que tenham um comportamento de consumo semelhante. “As gerações estão ficando cada vez mais próximas. Se eu falar da X, por exemplo, sempre existiu um pé atrás em relação à compra pela internet. Mas com o desenvolvimento do serviço, hoje essas pessoas estão mais confiantes na hora de comprar”, explica Ana Barbieri, Professora do curso “Cultura Jovem: as gerações X, Y e Z”, do CIC ESPM – Centro de Inovação e Criatividade, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Para as empresas é essencial entender uma característica fundamental da geração Y e, principalmente, da Z: eles querem pagar cada vez menos por produtos e conteúdo. Fazer downloads gratuitos de músicas, filmes e livros é um hábito comum a esses consumidores, que não pagam por isso com a mesma frequência que a geração X.
“O que eles mais compram são produtos relacionados à moda e à tecnologia, especialmente celular. Além disso, apesar dos jovens da geração Z ainda não estarem inseridos no mercado de consumo, eles influenciam os pais na hora da compra, fazem pesquisa na internet e vão à loja física”, aponta Ana.
Sustentabilidade e marcas transparentes
Outra tendência que já se desenha entre os indivíduos da Y – e deve ficar ainda mais relevante na Z – é o apelo por produtos e serviços sustentáveis. “Os jovens estão mais preocupados com o meio ambiente e com causas sociais, mais do que a geração anterior, que é muito consumista. Eles querem escolher melhor, saber que a marca contribui para a sustentabilidade e para buscar o consumo consciente”, diz Carramenha, da GFK.
A transparência das marcas também é um atributo muito valorizado pelos jovens da geração Y. “As marcas que souberem entregar conteúdo para esse consumidor se darão bem. As empresas que querem se comunicar com o jovem têm que fazer algo que eles gostem e que também esteja ligado à marca. As companhias devem ser verdadeiras e conhecer os consumidores”, ressalta Ana, da ESPM.
A estratégia vale também para a geração Z, que representa os consumidores de amanhã das empresas. É preciso que as marcas mantenham um diálogo desde agora para manter um vínculo forte e um relacionamento estreito no futuro.
E então, o que acharam? Será que o mercado tem profissionais "antenados" para poder atender essa nova Geração?
É nossa hora de buscar cada vez mais o aprimoramento!!!
Tenham todos um excelente final de semana, e fiquem com o nosso Deus..
A matéria foi acessada e repassada à vocês através do (fantástico) Mundo do Marketing. Se tiverem mais interesse, o link é: http://www.mundodomarketing.com.br/10,15755,geracao-z-quem-sao-os-consumidores-do-futuro-.htm
Beijos
Bruna e Elô
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Segredos do Marketing – Preço
Boa noite a todos, hoje iremos publicar um artigo retirado do site, Administradores.com e escrito por Romocito Muniz Freire.
O preço sem sombra de dúvidas é um fator de extrema importância no marketing dos produtos para alguns segmentos. Como praticamente todos os livros de marketing dizem, o preço se torna um diferencial na hora das compras, em muitos casos esse é o primeiro critério a ser usado pelo cliente. Como então fazer com que seus preços sejam tão atraentes, a fim de convencer clientes de determinadas marcas a comprar do seu produto, e como também manter o tal "custo benefício", de forma que o cliente entenda onde esta isso?
Em primeiro lugar, como sabemos, em uma fábrica, por exemplo, para se vender mais, tem-se que se fabricar mais com menos custo (nesse caso não há segredo algum). Já em uma loja é de extrema importância a análise de mercado. Muitos leitores podem pensar "Nossa! Que algo obvio", pois é, é o que também acho, no entanto essa muitas vezes essa análise não entram dentro das organizações. Isso acarreta conseqüência não somente na chamada "mercadoria encalhada", mas pode causar também altos preços (maior que do concorrente) ou em caso de mercadorias encalhadas, tem-se de fazer promoção onde a margem de lucro, quando não se torna nula, tem-se uma queda significativa.
Com a análise de mercado, pode-se definir margem de vários produtos, sabendo assim quais produtos poderão ser "sacrificados" para maior lucro em outro. Darei um exemplo explicativo: Diremos que numa loja onde se vende sofá e cama. Após uma análise de mercado conferiu que a venda de sofá subiu 15%, já a venda de camas não houve lá grande mudanças, e as vendas andam meio baixas. Assim, das 100 peças que foram adquiridas, encomendaram 80 sofás e 20 camas. O dono da loja colocou uma margem de lucro de 10% nos sofás (de tal forma que se igualasse ao preço do concorrente) e as de cama baixou para 3% (para não haver as mercadorias encalhadas). Isso foi uma boa estratégia. Sei que alguns leitores podem estar pensando "Bem, então seria melhor vender somente sofá". Em minha opinião esse pensamento é um pensamento errado, ter um segundo produto é muito importante, mesmo que se lucre pouco com ele, esse produto será um modelo de preço baixo para o cliente. Isso porque, poderia entrar na loja, um cliente interessado em sofá, e ele esta indeciso, pois, os preços da loja que ele fora até então andam iguais, mas quando olhou para aquela cama com 30 % de desconto, ou o sofá que vinha com uma cama de brinde, o cliente muitas vezes se convence, e a loja fica na cabeça das pessoas como o modelo de "Preço Baixo", isso acontece, pois, nos outros estabelecimentos o sofá é a media de preço, mas os outros produtos são mais baratos, então na cabeça do consumidor ele liga que comprar nessa loja será economicamente melhor para ele.
Essa é a estratégia de sacrificar um produto (na maioria das vezes o produto que esta em baixa com as vendas), para lucrar e ganhar maior competitividade no mercado.
Claro que existem várias estratégias de vendas, muitas com certeza até melhores que a descrita nesse artigo, meu caro leitor inclusive deve esta imaginando alguma nesse momento, mas a boa estratégia é aquela que tem-se primeiramente a análise de mercado, somente com essas análise (não somente do seu bairro, mas da sua cidade, do seu estado, do seu país e porque não do mundo), saberemos qual estratégia adotar e qual a medida a ser tomada. O importante é não ficar preso ao pequeno espaço da empresa, tem de descobrir e estudar o que o mundo esta demandando, pensando e o que esta de fato querendo comprar. Abrir as portas das empresas para o mundo é abrir as portas para o sucesso.
Reportagem retirada do site: http://www.administradores.com.br/
Grande Abraço! Elo Medeiros e Bruna Mariot
=**
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Conteúdo de marca ganha espaço em ações de marketing
Bom dia!! tudo bom?? semaninha chuvosa e longa.. bem, hoje iremos publicar aqui uma reportagem retirada do portal Exame (portalexame.abril.com.br), e escrita por Thiago Terra, do Mundo do Marketing.
"Se o comportamento do consumidor mudou. As estratégias de marketing também mudaram. A internet e as experiências são hoje os balisadores do planejamento junto com o conteúdo de marca. Ao perceber este movimento, a Selulloid iniciou um processo de reinvenção e evolução de seus projetos como a criação da plataforma interativa para Oi TV, aplicativos de celular com conteúdo de futebol e para o lançamento da marca Carbonic no Brasil.
Os novos rumos dos projetos do mercado de agências como a Selulloid se baseiam no know-how adquirido em estratégias de branded content e na força atual da internet, principalmente em canais como redes sociais e mobile. O diferencial do conteúdo de marca é funcionar como informação e ir além, oferecendo também entretenimento, conhecimento e interatividade.
Estratégia multiplataforma é a definição mais próxima destas ações. "Transformar a comunicação em serviço traz utilidade. O nosso maior desafio é manter o grau de utilidade da comunicação", explica Flavio Rozemblatt, diretor geral da Selulloid, em entrevista. "
Conteúdo x canal
Nos projetos de conteúdo de marca, o canal é o que menos importa. iPhone, iPad, smarthphones, notebooks... Seja qual for o aparelho, o que se espera são informações relevantes e que acrescentem de forma util no dia a dia do consumidor. É o que faz a Oi. A operadora lançou um portal multiplataforma que receberá branded content criuado por internautas.
O portal Oi TV iniciou o projeto Pitching Oi TV 2010 onde os internautas podem criar e inserir planos para marcas inseridos no conceito de que é preciso oferecer conteúdo para envolver o consumidor com a marca e seus produtos. "Mesmo com uma representatividade ainda pequena no mercado, o Oi TV está a dois anos colhendo ideias para criar o site multiplataforma", afirma Gustavo Guimarães, gerente de operações da agência e um dos responsáveis pelo projeto Oi TV, ao site.
A Oi sempre entendeu a visão do branded content ao enxergar a necessidade de ter uma plataforma de conteúdo que envolve a Revista Oi e o portal Mundo Oi. "Trabalhamos os projetos de branded content com base no tripé conteúdo, interatividade e mobile. Nosso objetivo não é mais fazer 10 mil conhecerem a marca, e sim 50 mil falarem dela", diz Guilherme Caldeira, diretor de inovação e novos negócios da Selulloid, em entrevista ao site.
Os novos rumos dos projetos do mercado de agências como a Selulloid se baseiam no know-how adquirido em estratégias de branded content e na força atual da internet, principalmente em canais como redes sociais e mobile. O diferencial do conteúdo de marca é funcionar como informação e ir além, oferecendo também entretenimento, conhecimento e interatividade.
Estratégia multiplataforma é a definição mais próxima destas ações. "Transformar a comunicação em serviço traz utilidade. O nosso maior desafio é manter o grau de utilidade da comunicação", explica Flavio Rozemblatt, diretor geral da Selulloid, em entrevista. "
Conteúdo x canal
Nos projetos de conteúdo de marca, o canal é o que menos importa. iPhone, iPad, smarthphones, notebooks... Seja qual for o aparelho, o que se espera são informações relevantes e que acrescentem de forma util no dia a dia do consumidor. É o que faz a Oi. A operadora lançou um portal multiplataforma que receberá branded content criuado por internautas.
O portal Oi TV iniciou o projeto Pitching Oi TV 2010 onde os internautas podem criar e inserir planos para marcas inseridos no conceito de que é preciso oferecer conteúdo para envolver o consumidor com a marca e seus produtos. "Mesmo com uma representatividade ainda pequena no mercado, o Oi TV está a dois anos colhendo ideias para criar o site multiplataforma", afirma Gustavo Guimarães, gerente de operações da agência e um dos responsáveis pelo projeto Oi TV, ao site.
A Oi sempre entendeu a visão do branded content ao enxergar a necessidade de ter uma plataforma de conteúdo que envolve a Revista Oi e o portal Mundo Oi. "Trabalhamos os projetos de branded content com base no tripé conteúdo, interatividade e mobile. Nosso objetivo não é mais fazer 10 mil conhecerem a marca, e sim 50 mil falarem dela", diz Guilherme Caldeira, diretor de inovação e novos negócios da Selulloid, em entrevista ao site.
Grande abraço e uma ótima quarta!
Elo Medeiros e Bruna Mariot
domingo, 19 de setembro de 2010
Pequenas e médias empresas superam os desafios do e-commerce
Boa tarde pessoal
Domingueira, horinhas reservadas para o estudo... e olha o que achamos...
Uma reportagem atratativa e de grande influência no mercado atual em que estamos vivendo.
Com o constante crescimento das vendas no e-commerce brasileiro, aumenta também o número de empresas para dividir o mercado com grandes competidores. As pequenas e médias tentam ganhar espaço atingindo públicos bem mais segmentados. Segundo dados da e-bit, o “long tail”, que engloba os varejistas menores, ganhou 1,62% em market share no mercado brasileiro, seguindo uma tendência global. De acordo com o e-Marketer - que faz o acompanhamento do mercado virtual norte-americano - as três lojas líderes do e-commerce local (Amazon, Staples e Dell) representam, juntas, cerca de 25% do faturamento total do canal, apontando a grande distribuição das lojas virtuais no país.
No Brasil, há poucos anos, apenas um grupo obtinha mais de 45% do total de share em vendas B2C. “Quanto mais segmentada for a loja, mais vai ter conhecimento sobre o produto, mais conteúdo informativo vai gerar e conseguirá mais parceiros na área, passando os benefícios para o consumidor”, afirma Maurício Salvador, autor do livro Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso, em entrevista ao Mundo do Marketing. Mas procurar o nicho não é a única solução para o mercado promissor, já que a maioria das lojas virtuais fecha em seu primeiro ano de operação.
Entre os primeiros passos para o sucesso está a escolha da plataforma mais adequada e a organização do estoque, da logística e ganhar a confiança do consumidor. “O ideal é que, desde o início, o varejista se cadastre para conseguir selos como o da e-bit, do Buscapé e do Zura, que garantem a confiabilidade daquele portal”, afirma Salvador.
Conquistando a confiança
Para conquistar a confiança do consumidor, o portal de venda de aparelhos eletrônicos Girafa investe no relacionamento. “Ainda existe muita picaretagem na internet e o nosso desafio é provar que somos honestos. Muitos sites têm a vida curta porque se descuidam da base de consumidores. Nossa missão é conquistar o cliente a cada dia”, afirma Marcelo Volpe, proprietário da loja virtual.
O portal se preocupa em estabelecer relações quase pessoais com os consumidores, muitas vezes utilizando meios que podem parecer “ultrapassados” no meio virtual. “Se temos algum problema com o cliente, eu mesmo envio uma carta pedindo desculpas”, conta o empresário. As iniciativas parecem dar certo, já que 10% dos e-consumidores compraram mais de uma vez no site que existe há dois anos.
Para o Pedala, portal especializado em materiais esportivos, o primeiro passo para a confiança dos internautas foi a apresentação da loja. “Hoje, os consumidores estão aprendendo a reconhecer um site confiável. Por isso, ter um layout bem feito, ‘navegável’ e bem trabalhado ajuda na conquista”, afirma Dannyel Filgueiras, fundador da loja. Além disso, a escolha do nome foi pensada para que o consumidor crie intimidade com a marca. “Pedala é uma palavra comum e o consumidor pensa que já ouviu falar na gente”, completa.
Primeiras visitas
Antes de fazer o cliente comprar, é necessário primeiro que ele passe a conhecer o site. Pensando nisso, a Loosho, loja virtual de maquiagem, contou com parceiras bem próximas ao seu público-alvo: as blogueiras. Focada em meninas que gostam de moda e beleza, acostumadas a comprar pela internet, Suzana Rosenfeld, sócia do portal, estreitou laços com internautas, garantindo um crescimento de 500% desde que começou a operar, em março deste ano.
Agora a iniciativa é conquistar pessoas que não estão acostumadas em comprar virtualmente. A empresa conta com um blog em que fala sobre maquiagem e apresenta, principalmente, as cores dos produtos disponíveis, além de disponibilizar consultores para dar dicas de beleza e tirar qualquer dúvida, mesmo de quem não compra nada no site. “Quanto mais as pessoas aprenderem sobre maquiagem, mais elas comprarão futuramente”, acredita a empresária.

Promoções também figuram entre as principais ações do Loosho. É o caso do “Concurso cultural net rosa é puro loosho”, que dará um computador para uma internauta. Outro caminho são as parcerias, como faz o Girafa. “Muitas vezes um fornecedor tem produtos que estão saindo de linha ou vendendo pouco. Nós damos esses itens junto com outras vendas. Os clientes adoram isso”, completa Volpe, garantindo ainda que a união com grandes marcas fortelece a imagem do portal.
Além do Google Marketing
O investimento no “Google marketing”, como links patrocinados, é muito usado pelas pequenas e médias empresas virtuais. “A estratégia é a primeira opção na hora de divulgar uma loja porque é mais barata. No entanto, sozinhos, os links patrocinados não trazem resultado. Eles devem representar apenas 20% das ações de Marketing”, garante Maurício Salvador.
A Cookie Web, agência de Marketing Digital especializada em PME’s, recomenda o trabalho em redes sociais e de e-mail Marketing. “Investimos no ‘remarketing’, analisando os ‘passos’ dos consumidores. Se eles entraram no site e foram para uma determinada seção, nós entramos em contato oferecendo os produtos adequados”, afirma Natan Sztamfater, proprietário da Cookie Web.
Para o Pedala, esse trabalho faz parte da fidelização de consumidores. “Temos que estar sempre inovando. Nossas campanhas de e-mail Marketing são essenciais nesse processo”, completa Filgueiras, que utilizada esta estratégia para apresentar as novidades do site para que os clientes voltam sempre ao portal.
Escolhendo o mix de produtos
Outra vantagem para as pequenas e médias empresas na internet é a possibilidade de ampliar o mix de produtos oferecidos, sem limitações físicas. No entanto, é necessário conhecer bem o consumidor e o mercado para ter a quantidade ideal. É o que a Cia dos Livros, existente no e-commerce há seis anos, está fazendo.
A empresa passa por uma reformulação iniciada com o corte de fornecedores. “O site está passando por um processo de profissionalização que inclui a redefinição do mix de produtos, mudanças nos departamentos comercial e de Marketing e no atendimento ao cliente”, explica Cleber Carvalho, Diretor de Marketing do portal, que deverá vender 450 mil livros até o fim deste ano, apresentando um crescimento de 35%.
No caso da Cia dos Livros, a prioridade foi dada aos fornecedores que apresentavam melhor desempenho de vendas no site. De 1.200 editoras, passaram para 400. “A diminuição melhorou os processos internos, que são essenciais para a otimização dos serviços”, explica Carvalho.
E então, o que acharam?
Quais estratégias vocês utilizariam para divulgação da marca? Conquista a novos consumidores? Links patrocinados?
Esperamos que tenham gostado!!
Um beijo...
Elo Medeiros e Bruna Mariot
Domingueira, horinhas reservadas para o estudo... e olha o que achamos...
Uma reportagem atratativa e de grande influência no mercado atual em que estamos vivendo.
Pequenas e médias empresas superam os desafios do e-commerce
Por Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing Com o constante crescimento das vendas no e-commerce brasileiro, aumenta também o número de empresas para dividir o mercado com grandes competidores. As pequenas e médias tentam ganhar espaço atingindo públicos bem mais segmentados. Segundo dados da e-bit, o “long tail”, que engloba os varejistas menores, ganhou 1,62% em market share no mercado brasileiro, seguindo uma tendência global. De acordo com o e-Marketer - que faz o acompanhamento do mercado virtual norte-americano - as três lojas líderes do e-commerce local (Amazon, Staples e Dell) representam, juntas, cerca de 25% do faturamento total do canal, apontando a grande distribuição das lojas virtuais no país.
No Brasil, há poucos anos, apenas um grupo obtinha mais de 45% do total de share em vendas B2C. “Quanto mais segmentada for a loja, mais vai ter conhecimento sobre o produto, mais conteúdo informativo vai gerar e conseguirá mais parceiros na área, passando os benefícios para o consumidor”, afirma Maurício Salvador, autor do livro Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso, em entrevista ao Mundo do Marketing. Mas procurar o nicho não é a única solução para o mercado promissor, já que a maioria das lojas virtuais fecha em seu primeiro ano de operação.
Entre os primeiros passos para o sucesso está a escolha da plataforma mais adequada e a organização do estoque, da logística e ganhar a confiança do consumidor. “O ideal é que, desde o início, o varejista se cadastre para conseguir selos como o da e-bit, do Buscapé e do Zura, que garantem a confiabilidade daquele portal”, afirma Salvador.
Conquistando a confiança
Para conquistar a confiança do consumidor, o portal de venda de aparelhos eletrônicos Girafa investe no relacionamento. “Ainda existe muita picaretagem na internet e o nosso desafio é provar que somos honestos. Muitos sites têm a vida curta porque se descuidam da base de consumidores. Nossa missão é conquistar o cliente a cada dia”, afirma Marcelo Volpe, proprietário da loja virtual.O portal se preocupa em estabelecer relações quase pessoais com os consumidores, muitas vezes utilizando meios que podem parecer “ultrapassados” no meio virtual. “Se temos algum problema com o cliente, eu mesmo envio uma carta pedindo desculpas”, conta o empresário. As iniciativas parecem dar certo, já que 10% dos e-consumidores compraram mais de uma vez no site que existe há dois anos.
Para o Pedala, portal especializado em materiais esportivos, o primeiro passo para a confiança dos internautas foi a apresentação da loja. “Hoje, os consumidores estão aprendendo a reconhecer um site confiável. Por isso, ter um layout bem feito, ‘navegável’ e bem trabalhado ajuda na conquista”, afirma Dannyel Filgueiras, fundador da loja. Além disso, a escolha do nome foi pensada para que o consumidor crie intimidade com a marca. “Pedala é uma palavra comum e o consumidor pensa que já ouviu falar na gente”, completa.
Primeiras visitas
Antes de fazer o cliente comprar, é necessário primeiro que ele passe a conhecer o site. Pensando nisso, a Loosho, loja virtual de maquiagem, contou com parceiras bem próximas ao seu público-alvo: as blogueiras. Focada em meninas que gostam de moda e beleza, acostumadas a comprar pela internet, Suzana Rosenfeld, sócia do portal, estreitou laços com internautas, garantindo um crescimento de 500% desde que começou a operar, em março deste ano.
Agora a iniciativa é conquistar pessoas que não estão acostumadas em comprar virtualmente. A empresa conta com um blog em que fala sobre maquiagem e apresenta, principalmente, as cores dos produtos disponíveis, além de disponibilizar consultores para dar dicas de beleza e tirar qualquer dúvida, mesmo de quem não compra nada no site. “Quanto mais as pessoas aprenderem sobre maquiagem, mais elas comprarão futuramente”, acredita a empresária.

Promoções também figuram entre as principais ações do Loosho. É o caso do “Concurso cultural net rosa é puro loosho”, que dará um computador para uma internauta. Outro caminho são as parcerias, como faz o Girafa. “Muitas vezes um fornecedor tem produtos que estão saindo de linha ou vendendo pouco. Nós damos esses itens junto com outras vendas. Os clientes adoram isso”, completa Volpe, garantindo ainda que a união com grandes marcas fortelece a imagem do portal.
Além do Google Marketing
O investimento no “Google marketing”, como links patrocinados, é muito usado pelas pequenas e médias empresas virtuais. “A estratégia é a primeira opção na hora de divulgar uma loja porque é mais barata. No entanto, sozinhos, os links patrocinados não trazem resultado. Eles devem representar apenas 20% das ações de Marketing”, garante Maurício Salvador.
A Cookie Web, agência de Marketing Digital especializada em PME’s, recomenda o trabalho em redes sociais e de e-mail Marketing. “Investimos no ‘remarketing’, analisando os ‘passos’ dos consumidores. Se eles entraram no site e foram para uma determinada seção, nós entramos em contato oferecendo os produtos adequados”, afirma Natan Sztamfater, proprietário da Cookie Web.
Para o Pedala, esse trabalho faz parte da fidelização de consumidores. “Temos que estar sempre inovando. Nossas campanhas de e-mail Marketing são essenciais nesse processo”, completa Filgueiras, que utilizada esta estratégia para apresentar as novidades do site para que os clientes voltam sempre ao portal.
Escolhendo o mix de produtos
Outra vantagem para as pequenas e médias empresas na internet é a possibilidade de ampliar o mix de produtos oferecidos, sem limitações físicas. No entanto, é necessário conhecer bem o consumidor e o mercado para ter a quantidade ideal. É o que a Cia dos Livros, existente no e-commerce há seis anos, está fazendo.
A empresa passa por uma reformulação iniciada com o corte de fornecedores. “O site está passando por um processo de profissionalização que inclui a redefinição do mix de produtos, mudanças nos departamentos comercial e de Marketing e no atendimento ao cliente”, explica Cleber Carvalho, Diretor de Marketing do portal, que deverá vender 450 mil livros até o fim deste ano, apresentando um crescimento de 35%.
No caso da Cia dos Livros, a prioridade foi dada aos fornecedores que apresentavam melhor desempenho de vendas no site. De 1.200 editoras, passaram para 400. “A diminuição melhorou os processos internos, que são essenciais para a otimização dos serviços”, explica Carvalho.
E então, o que acharam?
Quais estratégias vocês utilizariam para divulgação da marca? Conquista a novos consumidores? Links patrocinados?
Esperamos que tenham gostado!!
- A matéria está disponível em: http://www.mundodomarketing.com.br/
Um beijo...
Elo Medeiros e Bruna Mariot
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Os bastidores de marcas vencedoras
Bom dia pessoas! Em nossas andanças pela net encontramos um texto muito interessante, escrito por Jemon e publicado no site da agência de comunicação e consultoria em estratégia Manalais(http://www.manalais.com.br/ )
...
"A velha máxima de que o sucesso não acontece por acaso é totalmente válida para o mundo das marcas. Quando você passa vários anos analisando marcas de sucesso, alguns denominadores comuns afloram em todas elas como: visão estratégica, capacidade de liderança e foco de longo prazo na construção de marca. Marcas líderes em suas categorias de negócio descobriram a importância de estabelecer parcerias de longo prazo com suas agências de propaganda de modo a construir posicionamentos sólidos no mercado.
Muitas das marcas de maior sucesso da atualidade estão com suas agências desde o início como: Nike e Widen Kennedy, Itaú e DPZ, Apple e TBWA/ChiatDay, Bombril e W/Brasil. Esses são apenas alguns exemplos em que a cumplicidade entre cliente e agência gerou resultados expressivos para ambos os lados. Nenhuma destas empresas sacrificou esse relacionamento em nome da redução de custos e das necessidades de vendas orientadas ao curto prazo. Nenhuma delas contratou agências mais baratas ou verticalizou o planejamento e a produção das campanhas. Nem sempre a relação entre a agência e o cliente é fácil, entretanto, a aposta no casamento ainda é a melhor saída para criar a coerência e a continuidade necessária para a construção de uma imagem sólida para a marca".
Tenham uma ótima terça,
Grande abraço.. Elo Medeiros e Bruna Mariot ;D
...
"A velha máxima de que o sucesso não acontece por acaso é totalmente válida para o mundo das marcas. Quando você passa vários anos analisando marcas de sucesso, alguns denominadores comuns afloram em todas elas como: visão estratégica, capacidade de liderança e foco de longo prazo na construção de marca. Marcas líderes em suas categorias de negócio descobriram a importância de estabelecer parcerias de longo prazo com suas agências de propaganda de modo a construir posicionamentos sólidos no mercado.
Muitas das marcas de maior sucesso da atualidade estão com suas agências desde o início como: Nike e Widen Kennedy, Itaú e DPZ, Apple e TBWA/ChiatDay, Bombril e W/Brasil. Esses são apenas alguns exemplos em que a cumplicidade entre cliente e agência gerou resultados expressivos para ambos os lados. Nenhuma destas empresas sacrificou esse relacionamento em nome da redução de custos e das necessidades de vendas orientadas ao curto prazo. Nenhuma delas contratou agências mais baratas ou verticalizou o planejamento e a produção das campanhas. Nem sempre a relação entre a agência e o cliente é fácil, entretanto, a aposta no casamento ainda é a melhor saída para criar a coerência e a continuidade necessária para a construção de uma imagem sólida para a marca".
Tenham uma ótima terça,
Grande abraço.. Elo Medeiros e Bruna Mariot ;D
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Marketing pessoal
Boa tarde pessoal!
hoje vamos falar de um assunto de interesse da maioria da pessoas que estão ingressando no mercado de trabalho, O Marketing Pessoal.
hoje vamos falar de um assunto de interesse da maioria da pessoas que estão ingressando no mercado de trabalho, O Marketing Pessoal.
É através dele, que os bons profissionais conseguem se destacar em meio a tantos outros que existem no mercado..
O cineasta americano Woody Allen, afirma que oitenta por cento do êxito consiste em aparecer. Mas é óbvio que para passarmos do ridículo ao êxito na arte de aparecer, faz-se necessário uma boa dose de planejamento e estratégia, que são os pilares do Marketing Pessoal, ou seja, como destacar-se em meio a tantos e atingir o sucesso global. Para isto destaco algumas delas a seguir, lembrando que em todo processo de desenvolvimento pessoal é importante preservarmos nossas características, evitando a busca de ser aquilo que não somos.
- O primeiro passo é construir uma auto-imagem positiva e otimista. As pessoas esquivam-se daqueles que estão sempre mau humorados ou torcendo para tudo dar errado.
- Como nos ensina as sucedidas estratégias do marketing tradicional, todo produto necessita de uma boa embalagem. Portanto, cuide da sua comunicação e apresentação pessoal, pois são o seu cartão de visitas.
- Demonstre iniciativa, persistência e motivação em tudo que faz. Certamente isto trará a atenção das pessoas, identificando-o como alguém interessante e interessado.
- Fique atendo ao feedback. Saber o que as pessoas pensam a seu respeito pode ajudar a mudar pequenos hábitos e costumes, se necessário.
- Muitas vezes pela pressão do dia-a-dia, esquecemo-nos das pessoas consideradas "sem importância", como o porteiro, a faxineira, o guarda, o manobrista, o atendente etc. Porém, imagine o mundo sem o trabalho e a dedicação destas pessoas? Muitas vezes, um simples "bom dia" é o suficiente para tocarmos o coração das pessoas e cativá-las para sempre. Lembre-se: todos são importantes e assim devemos nos sentir!
- Outra estratégia interessante para o aprimoramento diário é utilizar a técnica do benchmarking. Normalmente utilizado pelas empresas, podemos adaptá-la, fazendo o benchmarking de pessoas que admiramos, ou seja, aprender com elas como desenvolver as características que as tornam tão especiais.
Para finalizar, vale assistirmos um vídeo onde Max Gehringer revela os mandamentos para se fazer um bom marketing pessoal no trabalho.
Um forte abraço a todos!
esperamos que tenham gostado..
Elo Medeiros e Bru Mariot
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